quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

CodeCademy - É fácil aprender a programar!

Olá pessoal! Tudo bem com vocês?

Venho hoje falar do CODECADEMY! Mas o que é isso? O que significa? 

O Codecademy é um site multiplataforma online, que oferece aulas de codificação em diferentes linguagens de programação e marcação. Tudo é gratuito e basta se cadastrar para usufruir do serviço. Nele pode-se aprender  jQuery, Javascript, Python, Ruby, PHP, além de HTML e CSS. E o melhor, qualquer um pode programar, pois o site faz com que qualquer leigo no assunto possa praticar e aprender, de forma interativa e muito dinâmica.
O projeto é apoiado por gigantes da informática, como Bill Gates, Mark Zuckerberg, Jack Dorsey e muitos outros. Para motivar os usuários a participar, são oferecidas medalhas por completar exercícios, pontuações totais dos usuários e ainda as exibe para os demais. As aulas são progressivas, do mais fácil para o mais avançado e fazem com que os alunos queiram realizá-las, além de que as instruções são bastante compreensivas. 



Para saber mais, veja o vídeo a seguir:



O Codecademy só mostra que não é impossível programar! E até mesmo crianças podem utilizá-lo. 
Além disso, o site originalmente desenvolvido em inglês, já possui tradução para o português \o/ 
Então, não há desculpas! Basta acessar: http://www.codecademy.com/pt

Gostaram? Não deixem de comentar! 
E claro, Feliz Natal para todos vocês :D

Matéria e postagem de: Thalia Santana
Supervisão de: Ianka Talita e Gislene Nunes

domingo, 12 de outubro de 2014

O que são Requisitos?

De acordo com a Engenharia de Software, durante o processo de desenvolvimento de um sistema de software, é necessário fazer o levantamento de requisitos. Mas o que são requisitos?

Requisitos são capacidades e condições às quais o software deve atender, ou seja, o que será desenvolvido. Assim, eles descrevem muito além de funcionalidades, sendo divididos em requisitos funcionais e não-funcionais:
  • Requisitos Funcionais: Referem-se às funções do sistema, o que ele deve fazer. Por exemplo, em um software de matrícula de alunos, deve possuir a função "Pesquisar alunos", e essa função é um requisito funcional. 
  • Requisitos não-funcionais: Fixam restrições sobre como os requisitos funcionais serão implementados, observando aspectos como usabilidade, desempenho, segurança, confiabilidade, tempo, entre outros. São também conhecidos como requisitos de qualidade. No caso acima, do sistema de matrícula, a funcionalidade "Pesquisar alunos" se torna um requisito não-funcional quando estabelecemos, por exemplo, em quantos segundos a busca deve ser feita, se trará nomes por ordem alfabética, etc. 

Gente, por hoje é só! Qualquer dúvida, comentem aqui no blog, ou em nossa page do facebook :D
https://www.facebook.com/IFlogOrientandoEscolhas?ref=hl

Matéria e postagem de: Thalia Santana
Supervisão de: Ianka Talita e Gislene Nunes





quarta-feira, 23 de julho de 2014

Histórico da Famosa Microsoft

Oi oi gente!
Hoje iremos falar um pouquinho da história da gigante da informática, a Microsoft, e claro do Windows.
Preparamos para vocês, um resuminho, que vai desde o seu surgimento, até hoje com o Windows 8.

  • 1975 – Nasce a Microsoft, criada por Bill Gates e Paul Allen;
    Paul Allen (à esquerda) e Bill Gates
  • 1980 – Criação do Sistema Operacional MS-DOS (Sistema que não tinha interface gráfica, funcionando apenas por comandos de entrada de dados por teclado);
  • 1981 – MS-DOS vendido em computadores IBM;
  • 1982 – Começa a se trabalhar em um novo sistema operacional, posteriormente nomeado “Windows”;
  • 1983 – Anunciado o desenvolvimento do Windows;
  • 1985 – Lançamento do Windows 1.0, o primeiro da família “Windows”. Possuía novidades para a época como Paint, Windows Writer, Bloco de Notas, Calculadora, Calendário, Relógio, e um jogo, além de gerenciamento de arquivos pelo MS-DOS. Também era possível utilizar o mouse para se clicar nas janelas exibidas.
  • 1987 – Chega ao mercado o Windows 2.0, com inovações desde ícones de área de trabalho e novo layout de tela, à memória expandida. Teve outras versões, trabalhando com quesitos como velocidade, confiabilidade, usabilidade, etc.
  • 1988 – Microsoft considerada maior empresa de software para computador;
  • 1990 – Surge o Windows 3.0, considerado como o primeiro grande sucesso do Windows, inaugurando uma nova interface redesenhada, com novos ícones, gráficos avançados, além do Painel de Controle e Gerenciador de Programas. Foi o primeiro a apresentar o famoso jogo “Paciência”;
  • 1992 – Windows 3.1 é lançado, com novos softwares de multimídia, maior estabilidade do que seu antecessor, fontes TrueType e ainda, é a primeira vez que o sistema possui o jogo “Campo Minado”;
  • 1993 - Enfim, conclui-se um projeto do final da década de 1980, o Windows 3.1 NT. Um sistema de 32 bits, com uma plataforma de suporte para os mais modernos e avançados programas técnicos/científicos;
  • 1995 – Surge o Windows 95, que traz funcionalidades nunca vistas. Ele possuiu suporte integrado a internet e rede de comunicação discada, além de recursos para uma fácil instalação de hardwares e softwares e multimídia aperfeiçoada. Apresentou também o navegador Internet Explorer, botão Iniciar, barra de Tarefas, e funções minimizar, maximizar e fechar em cada janela.
  • 1998 – A Microsoft aposta no Windows 98, para um mercado de consumidores domésticos e corporativos, com leitura de DVDs, portas USB de barramento universal, barra de início rápido, maior agilidade para abrir e fechar programas;
  • 2001 - Lançamento do Windows XP, com novo visual, mais rápido e estável, possibilitando trabalhar mais rápido, desfrutando de fotos, músicas, vídeos. Nesse momento, os usuários já estavam conscientes de conceitos de “vírus” e “hackers”, com um sistema proporcionando Ajuda e Suporte Técnico;
  • 2006 – Surge o Windows Vista, trazendo o sistema mais seguro fabricado até então, com uma interface totalmente nova, com Windows Aero (janelas translúcidas e leves) graças a poderosos avanços gráficos. É o início do Windows Media Center, e do botão Iniciar redesenhado;
  • 2009 – Chegada do Windows 7, que logo virou um sucesso mundial, pela grande aceitação do público. Destacou-se na venda em notebooks, e consigo trouxe diversas melhorias em segurança, rapidez, desempenho, economia de energia, conexões de rede sofisticadas como também uma interface moderna. Primeira vez que se trabalha com touch (tela sensível ao toque);
  • 2012 – Windows 8 é lançado. Este chegou com uma interface totalmente reinventada e moderna, muito diferente do Windows 7, trazendo touch em computadores e tablets, com uma tela inicial montada por “blocos” conectando pessoas, arquivos, aplicativos, área de trabalho, etc. Agora os aplicativos podem ser baixados da Windows Store (loja de aplicativos do Windows). Outra mudança é que este não apresenta o botão Iniciar;
  • 2013 – Aperfeiçoamentos resultam no Windows 8.1, que é realmente uma ampliação do Windows 8. Ele traz mudanças significativas ao usuário comum o retorno do menu Iniciar, e possibilidades de personalização da tela Iniciar, e ainda atualizações da Windows Store. Pode-se fazer download dessa atualização do próprio site da Microsoft, desde que se tenha o Windows 8 em seu computador. É a atual aposta da Microsoft.


Alguma dúvida pessoal? Vale a pena conferir o site da Microsoft para mais detalhes:
http://windows.microsoft.com/pt-br/windows/history#T1=era0

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Matéria e postagem de: Thalia Santana
Supervisão de: Ianka Talita e Gislene Nunes

sábado, 31 de maio de 2014

O que é o AJAX?

Oi oi pessoal! Que tal conhecermos um pouquinho sobre o AJAX?

A Asynchronous JavaScript and XML (AJAX), criada por Jessé James Garret (e mais tarde desenvolvida por outras assosiações) é uma técnica de uso metodológico que tem como objetivo tornar as aplicações WEB mais rápidas e interativas. É uma tecnologia muito utilizada atualmente e basicamente utiliza JavaScript, HTML e XML. Mas vale lembrar que não é uma linguagem, mas sim um novo jeito, uma nova técnica de usar padrões já existentes.

O AJAX foi incorporado aos navegadores no ano de 2000, contribuindo assim para a criação do conceito da WEB 2.0 (identificada como a segunda geração de serviços e comunidades, onde o foco é a WEB como plataforma de desenvolvimento, já que aumentou a velocidade e a facilidade de uso de diversos aplicativos, sendo responsáveis por um aumento significativo no conteúdo existente na Internet).

Em resumo, o AJAX são técnicas que visam utilizar recursos e tecnologias web já existentes, com o foco em otimizar a experiência das pessoas em relação à sites, sistemas etc. Um exemplo disso é que em páginas que usem o AJAX, o usuário terá só uma parte da página carregada após solicitações, será recarregado apenas o que foi pedido, podendo-se navegar normalmente  enquanto a solicitação ao servidor é feita.


Bom, gente é isso :D

Dúvidas? Sugestões? Procura aqui ou em nossa page no Facebook:
Matéria e postagem de: Thalia Santana
Supervisão de: Ianka Talita e Gislene Nunes

sábado, 22 de março de 2014

ESW - Engenharia de Software

Oi oi galera! Que tal conhecermos um pouquinho hoje sobre uma área que está tomando espaço em meio ao mercado de trabalho e ramo de TI, a ESW.
A ESW (Engenharia de Software), segundo Fritz Bauer, é o "estabelecimento e emprego de sólidos príncipios da engenharia de modo a obter software (SW) de maneira econômica, que seja confiável e funcione de forma eficiente em máquinas reais."
Ou seja, sabe-se que as economias das nações desenvolvidas são dependentes de software e não só elas, mas em geral, todos nós utilizamos o software de alguma forma em nosso cotidiano (Exemplo: pagamento de contas de energia elétrica em lotéricas - sistemas de pagamento contralado por SW). Cada vez mais sistemas são controlados por software, ferramenta fundamental em nosso dia-a-dia. Sendo assim, a engenharia de software se dedica às teorias, métodos e ferramentas para desenvolvimento de software.
O desenvolvimento é feito pelo engenheiro de software ou por equipes de engenheiros, que fazem uso das melhores técnicas e padrões disponíveis, considerando o foco na qualidade, custo e entrega ágeis.

Mais adiante iremos aprofundar mais neste assunto, ok?!
Obrigada pela atenção de todos e continuem curtindo o IFlog - Orientando Escolhas. 
Página do IFlog no Facebook:
Matéria e postagem de: Thalia Santana
Supervisão de: Ianka Talita e Gislene Nunes

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Por que o Linux não pega vírus?

Olá pessoal! 
Bem, se vocês conhecem ou já ouviram falar do Linux, já devem ter escutado que ele "não pega vírus". Mas por que ele não sofre com esse tipo de ameaça, sempre oferecida pelo uso do Windows?
Há muitas possíveis justificativas para tal fato, porém devemos nos atentar à um argumento realmente plausível.
Muitos dizem que essa imunidade é garantida graças à baixa utilização do Sistema Operacional (cerca de 5% dos computadores do mundo). Apesar do pouco uso, sabe-se que ele é usado por grandes empresas e além disso, verdadeiros criadores de vírus não se importariam com os índices, mas sim com a eficácia do vírus criado.
Mas a verdadeira resposta refere-se a arquitetura do Linux. Um vírus precisa se instalar em algum programa essencial para o funcionamento computador, para que fique o máximo de tempo ativo na memória e assim infecte o pc. Mas para que isso aconteça, o vírus precisa de privilégios de acesso, com todas as permissões para fazer o que almeja. Porém, quando logamos no Linux, entramos com um usuário comum, que possui apenas poder de leitura e não pode modificar a estrutura de arquivos essenciais. O único usuário que pode alterar tais arquivos é o root (superusuário), e para que tenhamos acesso a ele, é preciso modificar algumas configurações. Além disso, outro modo de proteção é a validação para execução de tarefas administrativas (que precisam ser executadas no root). Nela, você digita a senha do seu usuário, e assim permite que ação seja executada. Por isso, deve-se sempre observar o que será executado e instalado, pois sem essa validação, o vírus não poderá "bugar" seu computador.



 (Validação para instalação; o mesmo funciona com o vírus)


Mais informações, acessem esse artigo, explicação ótima: http://www.ubuntudicas.com.br/blog/2010/12/gnulinux-nao-pega-virus/

Obrigada pela atenção! Dúvidas?! Sugestões?! Perguntem aí :D 

Matéria e postagem de: Thalia Santana
Supervisão de:
Ianka Talita e Gislene Nunes
 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Programando em Shell Script

O Shell é basicamente programa que interpreta o que o usuário digita e envia para o Sistema Operacional (S.O.). Para além da utilização no dia-a-dia, ele pode ser usado para criar programas que se transformam em novos comandos. Esses programas são conhecidos como Shell Scripts.
Shell script é uma linguagem de script usada em vários S.O's, com diferentes dialetos, dependendo do interpretador de comandos utilizado. Um exemplo de interpretador de comandos é o bash, usado na grande maioria das distribuições GNU/Linux. Não precisa ser compilado, bastando apenas um arquivo de texto com comandos inseridos nele. Para se definir que esse arquivo é um script, deve-se conter na primeira linha o seguinte comando: #!/bin/bash
Depois é só torná-lo executável, digitando no terminal chmod +x nomedoarquivo, e por fim é só rodar o script, chamando-o com ./nomedoarquivo
Os scripts podem possuir várias estruturas de programação como estruturas de seleção e repetição, funções, argumentos, variáveis definidas, etc.
Olha só um exemplo:
#!/bin/bash
echo "Que legal o nosso IFlog!"
A 1ª linha quer dizer que os comandos serão interpretados pelo bash, e a 2ª
 exibe a mensagem na tela.




Obs: Dicas relacionadas com o S.O Linux!

Então é isso galera :)) Dúvidas, sugestões?! Comente aqui ou deixe mensagem na page do IFlog no Facebook:
Ah queremos desejar a todos vocês um Feliz Ano Novo, afinal, é a primeira postagem de 2014 \o/

Matéria e postagem de: Thalia Santana
Supervisão de: Ianka Talita e Gislene Nunes